The USk Manchester Symposium finale

USk Manchester Symposium day 4 / Simpósio USk em Manchester dia 4

USk Manchester official photo

After lunch and after the afternoon lectures, activities and sketchcrawl, the sketchers gathered in the All-Saints Gardens, close to the Benzie Building of the Manchester School of Art. The four day event that brought nearly 500 participants from 44 nations was near its end. The official pictures of the final gathering were taken by the slightly sloped grass field of the Gardens. Then, small and large groups of sketchers took hundreds of pictures and selfies by themselves. These unofficial pictures grouped sketchers of common language, of common countries or regions or just chaotic groups of old and new friends that just wanted to record this joyful moments in a medium faster than sketching.

Depois do almoço, das palestras, actividades e do sketchcrawl da tarde, os desenhadores reuniram-se no jardim de All-Saints, perto do Benzie Building da Manchester School of Art. O evento de quatro dias que trouxe quase 500 participantes de 44 nações estava próximo do final. As fotografias oficiais do encontro final foram tiradas sobre o ligeiro declive relvado do jardim. Depois, pequenos e grandes grupos de desenhadores tiraram centenas de fotos e selfies por eles próprios. Estas fotos não-oficiais agrupavam desenhadores de línguas comuns, de países e regiões comuns ou apenas bandos caóticos de velhos e novos amigos que apenas queriam registar este momento de alegria num meio mais rápido que o desenho.

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Then, everybody moved inside to the Benzie for the final reception. The silent auction started, and was anything but silent. Rowdy groups of sketchers admired loudly all the excellent pieces that were being auctioned in increments of £10, as a band of mexican calaveras played rock and roll on a stage. All proceeds of the auction were, of course, directed to the Urban Sketchers, to help finance next year’s Symposium.

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A recepção final deu-se no interior do Benzie. O leilão silencioso começou, e foi tudo menos silencioso. Grupos de desenhadores admiravam ruidosamente as excelentes peças que estavam a ser leiloadas em incrementos de £10, enquanto uma banda de calaveras mexicanas tocavam rock and roll num palco. Todo o retorno do leilão foi, claro, dirigido para os Urban Sketchers, para ajudar a financiar o Simpósio do próximo ano.

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The schedule was getting tight, so Omar Jamarillo and Joel Berman took the stage to distribute the many sponsors gifts in a long raffle. These included watercolor sets, sketchbooks and other art material, and a very tempting workshop pass for next year’s Symposium.

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A agenda apertava, portanto o Omar Jamarillo e o Joel Berman ocuparam o palco para distribuir as ofertas dos patrocinadores numa longa rifa. Estas incluiam conjuntos de aguarelas, cadernos de desenho, material de arte e um muito tentador passe para o Simpósio seguinte.

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As soon as the raffle and the auction were over, Fernanda Vaz de Campos announced the news that everyone wanted to hear (and a few already suspected). Joel’s presence on stage was already giving away the location. In 2017, the Symposium returns to the United States in Chicago, Illinois!

Assim que a rifa e o leilão terminaram, a Fernanda Vaz de Campos anunciou a notícia que todos esperavam (e que alguns já suspeitavam). A presença do Joel no palco já denunciava o local. Em 2017, o Simpósio regressa aos Estados Unidos, em Chicago, Illinois!

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Thank you Manchester, and hope we see each other again, next year in Chicago!

Obrigado Manchester, e esperamos voltar a ver-nos para o ano em Chicago!

 

Live from the USk Manchester Symposium #4

USk Manchester Symposium day 4 / Simpósio USk em Manchester dia 4

To balance yesterday’s all-american workshop day, my choice of workshop for today went with Indonesian instructor LK Bing. Apologizing for his English, LK decided to demonstrate his proposals for the morning, and what better way to communicate to a multi-national sketcher crowd than the universal language of sketching?

Para equilibrar o dia norte-americano de ontem, a minha escolha de oficina para hoje recaiu sobre o formador Indonésio LK Bing. Pedindo desculpas pelo seu Inglês falado, o LK decidiu demonstrar as suas propostas para a manhã, e que melhor maneira de comunicar para uma plateia de desenhadores internacionais que a linguagem universal do desenho?

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The workshop “Capturing atmosphere using dramatic lighting and fast spontaneity” was split into two phases: for the testing phase, we were given tiny cardboard rectangles to capture thumbnails in marker and watercolor and test shadows and lights. All the above thumbnails were sketched in the same intersection. The skies of Manchester are ever fleeting and dynamic.

A oficina “Capturando a atmosfera usando iluminação dramática e espontaneidade rápida” estava dividida em duas fases: para a fase de teste, recebemos pequenas placas de cartão para capturarmos vistas com um marcador de feltro preto e aguarelas para testar sombra e luz. Todas as vistas acima foram desenhadas no mesmo cruzamento. Os céus de Manchester são muito dinâmicos.

 

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For the execution phase, we would take one of the thumbnail views and expand it to a larger sheet of paper, going further into details and populating it with people, cars and action. The secret here was to explore the shadows and highlights in extremes, and at the end, pepper the sketch with strong, vivid dots of color, to make the whole thing sparkle.

Para a fase de execução, escolheriamos uma das pequenas vistas e expandi-la-iamos para uma folha de papel maior, explorando mais detalhes e populando o desenho com gente, carros e acção. Aqui o segredo era explorar as sombras e luz em extremos, e no final, polvilhar o desenho com pontos de cores vivas para que o desenho vibrasse.

Live from the USk Manchester Symposium #3

USk Manchester Symposium day 3 / Simpósio USk em Manchester dia 3

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The morning of the 29th, I meandered the workshops in and around the Manchester City Council – which casually happened to be all by American instructors. First, the Texan James Richards taught his substantial group the rudiments of sketching a crowd in the workshop “Capturing the crowd: people in public spaces”. Simple mechanisms, like setting an eye level line, giving dynamic to the walking by putting a leg in front of the other, playing with foreground, middle ground and background. All contributed to a good notion of a crowd in a sketch, which is a solid base for sketching public spaces.

Durante a manhã do dia 29, circulei pelas oficinas em torno do Manchester City Council – que casualmente eram apenas oficinas lideradas por formadores norte-americanos. Na primeira, o Texano James Richards ensinou o seu substancial grupo os rudimentos de desenhar uma multidão na oficina “Capturando a multidão: pessoas em locais públicos”. Mecanismos simples, como estabelecer uma linha de nível de visão, transmitindo dinâmica ao andar das pessoas colocando uma perna à frente da outra, jogando com primeiro plano, plano médio e plano de fundo. Todos contribuem para dar a ideia de uma boa multidão num desenho, que é uma base sólida para desenho de espaços públicos.

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Stephanie Bower was right next door, in the first floor of the Manchester City Council, tending to her workshop on “Soaring spaces”. Her students sat quietly on the floor or on their foldable benches, paying attention to every detail of a pointed arch in a hall and carefully setting perspective lines to help them comprehend the notions of vanishing points, symmetry and directional lines for to better sketch an arched and vaulted interior.

Stephanie Bower estava mesmo ao lado, no primeiro piso do Manchester City Council, a tomar conta da sua oficina sobre “Espaços em crescendo”. Os seus alunos sentavam-se silenciosamente no pavimento ou nos seus bancos desdobráveis, prestando atenção a todos os detalhes de um arco em ogiva de um átrio e, cuidadosamente, estabelecendo linhas de perspectiva que os ajudassem a compreender as noções de ponto de fuga, simetria e linhas direccionais, para um melhor desenho de uma arcada e de abóbadas interiores.

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While Stephanie’s workshop was set in the dead quiet of the City Council, Paul Heaston, a stonethrow away, under a stone arcade, pushed the limit of his students by making them sketch in spherical perspective, while showing an immense level of detail in all the stuff happening between the arches, using the arcade as a frame to the city’s life.

Enquando a oficina da Stephanie se passava no silêncio absoluto do City Council, a um tiro de distância o Paul Heaston, debaixo de uma arcada, testava os limites dos formandos, fazendo-os desenhar em perspectiva esférica, ao mesmo tempo que os fazia mostrar um nível imenso de detalhe em tudo o que se passava entre os arcos, usando a arcada como uma moldura para encaixilhar a vida da cidade.

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There were no workshops during the afternoon. Instead, activities and lectures took their place. There were so much to choose from, but I felt it was relevant to check on Mark Leibowitz‘s round table on “Running your regional chapter” of Urban Sketchers. It’s always a complex matter to share the different experiences and difficulties of the many Urban Sketchers worldwide chapters. More questions arose than solutions, but the main success of this session was that the regional admins got to know the people behind other groups and could later mingle with the ones that could actually help them overcome their specific challenges.

Não havia mais oficinas durante a tarde. Ao invés disso, aconteceram actividades e palestras. Havia tanto por onde escolher, mas pareceu-me pertinente mostrar o que acontecia na mesa redonda “Gerindo o teu capítulo regional” do Mark Leibowitz. Foi sempre um assunto delicado e complicado partilhar as diferentes experiências e dificuldades dos muitos grupos de Urban Sketchers em torno do mundo. Levantaram-se mais questões que soluções, mas o sucesso desta sessão foi que os coordenadores regionais conheceram cara-a-cara os líderes de outros grupos e poderiam mais tarde falar individualmente com algum outro coordenador que os pudesse, pela experiência, ajudar a ultrapassar os desafios específicos.

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Urban Sketchers Portugal very own Nelson Paciência had an singular lecture in stock. He used his slot on stage to share his unique experience while teaching sketching to inmates in Lisboa’s high security prison. The audience listened carefully as Nelson told us how surprising and heartwarming the experience had been to the inmates whom he taught and spent time with. His conclusions on the lack of dignity that inmates have and how sketching can become a tool of rebellion, a symbol of empowerment and an escape from life in the cell, spurred a long and fruitful debate.

O Nelson Paciência, dos Urban Sketchers Portugal tinha uma palestra singular para apresentar. Ele usou o seu lugar na agenda do palco para partilhar a sua experiência única enquanto formador de desenho aos prisioneiros da prisão de alta segurança de Monsanto, em Lisboa. A plateia ouvia com atenção enquanto o Nelson nos contava quão surpreendente e comovente tinha sido a experiência com os prisioneiros com que passou tempo e ensinou. As suas conclusões sobre a falta de dignidade que os prisioneiros são sujeitos, e como o desenho se tornou uma ferramenta de revolta, um símbolo de fortalecimento e uma fuga à vida na cela, despoletaram um debate longo e frutuoso.

Live from the USk Manchester Symposium #2

USk Manchester Symposium day 2 / Simpósio USk em Manchester dia 2

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Day two of the USk Symposium started out with lots of exciting activities! There were as many as 20 workshops happening simultaneously, as well as a few lectures and some activities, just during the morning! It’s a lot of ground to cover, so Luís Frasco and I split up a few of the workshops between us, to get the feel of the event.

O dia dois do Simpósio USk começou com muitas actividades entusiasmantes! Só durante a manhã aconteceram 20 oficinas simultaneamente, e também algumas palestras e actividades! É muito terreno para cobrir, então o Luís Frasco e eu dividimos algumas das oficinas entre nós, para melhor mostrar o ambiente do evento.

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After the initial speech of the day by Urban Sketchers President Elizabeth Alley, and a couple of hints on the competitions being held by the sponsors of the Symposium by Omar Jamarillo, I went on to check out how Marc Taro Holmes led his workshop, titled “How to plan and execute a team based sketching reportage”. It dealt with strategies on how to mobilize a crew of sketchers around a subject – the Manchester Museum served as an example – and how to turn efficient results, while reducing steps and time of drawing execution. It was a true lesson on efficiency and being unattached from the quality of the result, or at least the quality from the initial tests.

Depois dos discursos de arranque do dia pela Presidente dos Urban SketchersElizabeth Alley e um par de dicas sobre os concursos organizados pelos patrocinadores do Simpósio dadas pelo Omar Jamarillo, Fui ver como o Marc Taro Holmes estava a liderar a sua oficina chamada “Como planear e executar uma reportagem de desenho em equipa”. Lidava com estratégias sobre como mobilizar um grupo de desenhadores em torno de um objecto – o Museu de Manchester serviu como exemplo – e como obter resultados eficientes ao mesmo tempo que se reduzem passos e tempo no processo de desenho. Foi uma verdadeira lição de eficácia e desligamento da qualidade do resultado, ou pelo menos da qualidade dos testes iniciais.

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Marina Grechanik (sorry for the name misspelling on the sketch) was leading her group nearby, at the All-Saints Gardens, under a light but constant rain. Her approach on the workshops is very discreet, as she prefers to let the results of the exercises speak for themselves. In her workshop dubbed “What and how – creating your story” she assigned very simple, but very enlightening exercises, such as exploring different framing approaches, dynamic and static and symmetric and assymetric layouts of the same object. The point of these repetitive sketches being that different approaches on the same object end up telling a different story about that object.

Marina Grechanik (lamento pelo erro no apelido no desenho) chefiava o seu grupo ali perto, no jardim All-Saints, debaixo de uma chuva leve mas constante. A sua abordagem nas oficinas é muito discreta. Ela prefere que os resultados dos exercícios falem por si próprios. Na sua oficina baptizada de “O quê e como – criando a tua história” ela atribuiu exercícios simples mas elucidativos, tais como explorando o mesmo objecto através de opções de enquadramento diferentes, de uma abordagem estática e dinâmica, simétrica e assimétrica. O objectivo nestes desenhos repetitivos era constatar que abordagens diferentes sobre o mesmo objecto acabam por contar histórias diferentes sobre ele.

Don Low had taken his group to the sheltered inside of the Benzie Building to instruct them on how to approach the human figure. His workshop called “Decisive line in drawing figures in motion & repose”, dwelled, among other techniques, in blind contour drawing. The group was indeed very silent while using this drawing technique so dear to me, which meant that the concentration levels were on the high.

Don Low levou o seu grupo para o abrigo do interior do Edifício Benzie, para os instruir em como abordar a figura humana. A sua oficina chamada “Linha decisiva no desenho de figuras em movimento e descanso” apoiava-se, entre outras coisas, sobre o desenho cego. O grupo ficou realmente muito silencioso ao usar esta técnica tão querida para mim, o que significava que os níveis de concentração estavam em alta.

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In the afternoon, under heavy rain, Marion Rivolier led us to a brick arch under the railway. This arch framed the object of our skecthes under the workshop “Paint like nobody’s watching”. I almost always do, but what drew me to Marion’s workshop was the sketches Mário Linhares had done under her during the morning – all wet-on-wet broad colored brush strokes that are still a mystery to me. Marion showed us how to handle a specific palette of watercolors through a combination of simple but challenging structure of warmth, value and color. In her briefing to us she made a statement that we all should carry with us everywhere: “I believe a good drawing is one that effectively communicates the artist’s point of view, one in which the observer can feel the artist’s choices”.

Durante a tarde, debaixo de uma chuva pesada, a Marion Rivolier conduziu-nos a um arco de tijolo debaixo da linha férrea. Este arco emoldurava o sujeito dos nossos desenhos durante a oficina “Pinta como se ninguém te estivesse a ver”. Quase sempre o faço, mas o que me trouxe à oficina da Marion foram os desenhos que o Mário Linhares tinha feito com ela durante a manhã – aguarelas sobre papel molhado em pinceladas coloridas largas que ainda são um mistério para mim. A Marion mostrou-nos como utilizar uma paleta específica de cores através de uma combinação simples mas desafiante de temperaturas, valores e cores. Na sua introdução, ela lançou uma frase que todos deveriamos guardar sempre connosco: “Acredito que um bom desenho é um que comunica eficientemente o ponto de vista do artista, um em que o observador consiga sentir as escolhas do artista”.

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Meanwhile, the Florian Afflerbach tribute wall is getting pretty filled up, but there’s still more wacky sketches of cars coming in.

Entretanto, a parede de tributo ao Florian Afflerbach vai ficando bastante cheia, mas ainda vêm aí mais carros em perspectivas doidas a chegar.

Live from the USk Manchester Symposium #1

USk Manchester Symposium day 1 / Simpósio USk em Manchester dia 1

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By mid-morning of the 27th of July, sketchers started to gather in the streets around the Benzie Building of the Manchester School of Art. A few of them sat around to sketch the atmosphere and some of the iconic buildings of and around the Manchester Metropolitan University.

A meio da manhã de 27 de Julho, vários desenhadores começaram a juntar-se nas ruas em torno do Edifício Benzie da Manchester School of Art. Alguns deles polvilhavam os passeios, desenhando o ambiente e alguns dos edifícios icónicos em torno da Manchester Metropolitan University.

Manchester 03

The faculty members, instructors and correspondents – that included Luís Frasco and myself – had a small reception where the tireless Simone Ridyard, along with fellow organizers Elizabeth Alley and Fernanda Vaz de Campos, briefed everybody on how to manage the workshops, activities and participants. Afterwards, everybody got to introduce themselves and what was their role in the Symposium.

Os formadores, instrutores e correspondentes – que incluia o Luís Frasco e eu próprio – foram chamados para uma pequena recepção, onde a incansável Simone Ridyard, acompanhada das colegas organizadoras Elizabeth Alley e Fernanda Vaz de Campos instruiu todos sobre como gerir as oficinas, as actividades e os participantes. Depois todos tiveram a oportunidade de se apresentarem e falarem um pouco do seu papel no Simpósio.

Manchester 02

Reception of the participants was being handled by the hard working volunteers of the Symposium, while slowly, art material shops started to pop up on the ground floor of the building.

A recepção dos participantes ia sendo gerida pelos voluntários laboriosos do Simpósio, enquanto, lentamente, bancas de material de arte começavam a aparecer no piso térreo do edifício.

Manchester 04

Everyone got the afternoon off until 6pm, when the official reception of the participants was due to start at the Manchester City Council. The astonishing number of 470 sketchers gathered in the grand and opulent main hall of the Council! There were drinks to grease the conversation – as if lubricant was needed for a conversation to spur between two Urban Sketchers – and music to soothe the soul. A wonderful string quartet known as The Dotted Crotchets played classical interpretations of rock songs from the past and present. Later, Phil Griffin led the opening speeches with a little help from his British humour and Urban Sketchers President Elizabeth Alley.

Todos tiveram a tarde de folga até às seis da tarde, quando começava a recepção oficial dos participantes no Manchester City Council. O alucinante número de 470 desenhadores agregava-se no grande salão do Council! Havia bebidas para olear a conversa – como se fosse necessário lubrificiar a conversa entre dois Urban Sketchers – e música para suavizar a alma. Um maravilhoso quarteto de cordas conhecidos como The Dotted Crotchets tocava interpretações clássicas de canções de rock do passado e do presente. Mais tarde, O Phil Griffin liderou os discursos de abertura com a ajuda do seu humor Inglês e da Presidente dos Urban Sketchers Elizabeth Alley.

Manchester 05