All hundred hands on deck!

Aaaaand it’s DONE! One hundred hands in a work week! Phew!

I took the challenge made by urban sketchers Marc Taro Holmes and Liz Steel, to sketch one hundred people in a week, and tweaked it a bit, to suit the suggestions made by fellow sketchers last year, and also my own R&D necessities. I wanted to practice hands for a long time now, since they are kind of my Achilles’ kneel of the human figure sketching. Funny thing was, the hand challenge became a mini-trend, as many sketchers, weary of sketching people, followed suit. Check #OneWeek100Hands2018 for the gallery of results.

I learned a few things and became aware of others I should practice on, more insistently. Here’s a short list of random tidbits:

  • Nails are hard, literally and figuratively. @warbunny84 had some cool insight on instagram to give about this: “I find that fingernails give that ultimate touch, where you can see exactly the finger direction just by that small detail.”
  • Fingers become fat too easily – if you’re using a thick linemaker, try to match the outside of your line with the actual finger contour.
  • Be careful with the crookedness of your fingers. An oddly positioned hand can easily become arthritis-ridden. Smooth those joints, unless you’re going for the grotesque look.
  • I might be growing a slight hand fetish – some of the hand postures I came across in the subway were really beautiful to look at.
  • Hard shadows or heavy textures worked well in preventing the hands from looking alien and misshapen.

Towards the end of the challenge, to up my game a bit, I watched Sinix’s video tutorial Anatomy Quick Tips: Hands. I highly recommend it, as his tips and instructions are clear and well organized, and become useful instantly! While you’re at it, check his whole youtube channel for more juicy stuff!

OneWeek100Hands2018

Eeeee está FEITO! Cem mãos numa semana de trabalho! Puf!

Agarrei o desafio feito pelos urban sketchers  Marc Taro Holmes e Liz Steel, para desenhar cem pessoas numa semana, e dei-lhe uns toques, para se acomodar às sugestões feitas por compinchas desenhadoras o ano passado, e também para se ajustar às minhas próprias necessidades de I&D. Queria praticar mãos há já algum tempo. Elas são o meu calcanhar de Aquiles do desenho de forma humana. O giro foi que o desafio das mãos se tornou uma mini-moda, com vários desenhadores, receosos de desenhar pessoas, me acompanharam. Confiram em #OneWeek100Hands2018 para ver a galeria dos resultados.

Aprendi algumas coisas e tornei-me consciente de várias outras em que tenho de praticar mais insistentemente. Aqui vai uma série de pedaços de reflexões:

  • As unhas são duras de roerliteralmente e figurativamente. @warbunny84 partilhou a sua sabedoria sobre o assunto no instagram: “As unhas dão aquele toque final, em que percebes claramente a direcção do dedo só com esse pequeno detalhe.”
  • Os dedos ficam gordos num instante – se usas um marcador ou caneta grossa, tenta fazer com que o rebordo exterior da tua linha coincida com o contorno da mão.
  • Cuidado com a tortura dos dedos. Uma mão numa posição estranha pode facilmente ficar afectada de artrose. Amacia as ligações entre falanges, a não ser que estejas a apontar para o grotesco.
  • Acho que estou a ficar com um ligeiro fetiche de mãos – algumas das posturas de mãos que encontrei no metro eram naturalmente muito belas.
  • Sombras duras ou texturas ajudam a prevenir que as mãos se tornem extraterrestres e deformadas.

Perto do fim do desafio, para subir a parada, vi o video tutorial do Sinix, Anatomy Quick Tips: Hands. Recomendo-o vivamente. As suas dicas e instruções são claras e bem organizadas, e tornam-se úteis instantaneamente! Já que lá vão, vejam todo o seu canal de youtube para mais coisas boas!

#OneWeek100Hands2018

#oneweek100people2018

It’s that time of the year again!

Urban sketchers Marc Taro Holmes, from Montreal, and Liz Steel, from Sydney, challenge the world to take on the #OneWeek100People2018 initiative. The idea is clear: sketch one hundred people in a week’s time, starting on March 5th. Read all about it in Marc, or Liz’s blogs.

Remember the Japanese folding sketchbook from last year? I filled one side of it with a crowd! I’m planning to finally fill the blank side, and I’m keeping my promise to Carla Silveira and Celeste Vaz Ferreira, who, one year ago, suggested on instagram that I should do one hundred hands next. Thanks for the idea girls! Hands are actually something I need and wanted to practice on for some time now, so here’s to Marc, Liz, Carla, Celeste and #OneWeek100Hands2018!

É aquela altura do ano outra vez!

Os urban sketchers Marc Taro Holmes, de Montreal, e Liz Steel, de Sydney, desafiaram o mundo a tomar a iniciativa #OneWeek100People2018. A ideia é clara: desenhar uma centena de pessoas durante uma semana, já a valer a partir de 5 de Março. Leiam mais aqui nos blogs do Marc e da Liz.

Lembram-se do caderno em fole do ano passado? Enchi um dos lados com uma multidão! Estou a planear encher o lado vazio, e vou cumprir a promessa que fiz à Carla Silveiro e à Celeste Vaz Ferreira, que, há um ano, sugeriram no instagram que eu deveria fazer cem mãos na próxima. Obrigado pela ideia, miúdas! Mãos são mesmo algo que preciso e tenho vontade de praticar há algum tempo, portanto, aqui vai disto Marc, Liz, Carla, Celeste e #OneWeek100Hands2018!

#OneWeek100People2017

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Last week, Liz Steel and Marc Taro Holmes challenged sketchers worldwide to spend a workweek sketching one hundred people. Sketching people is definitely my thing. Whenever I venture out of it, I feel outside my comfort area. Lately I’ve been focusing mostly on urbanscapes, for work or work practice purposes, so the prospect of hunting down figures, faces and silhouettes for five days felt like holidays.

Na semana passada. a Liz Steel e o Marc Taro Holmes desafiaram os desenhadores do mundo a passar uma semana de cinco dias a desenhar 100 pessoas. Desenhar pessoas é a minha cena. Quando me aventuro par fora, sinto-me sempre fora da minha zona de conforto. Ultimamente, tenho insistido bastante com paisagens urbanas, por questões de trabalho e de prática, de maneira que a expectativa de caçar figuras, caras e silhuetas durante cinco dias sabia a férias.

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I like the idea of using a single sketchbook for a single project. It’s, of course a delusion to keep such neatness ambitions amidst the chaos of several projects, but this one seemed suited. So, completing the challenge in a single sketchbook and complete the sketchbook was a challenge in its own right. Moleskine’s japanese folding sketchbook came to mind as the ideal companion for the challenge. It’s brief, pocket-size, and easy to showcase the harvest in a single glance. It even allows for writing in the cover with a white Posca pen, for that cool wrap-up look.

Gosto da ideia de usar um único caderno para um único projecto. É, claro, uma ilusão manter a ambição tal arrumação no caos de vários projectos, mas este parecia prestar-se a isso. Completar o desafio num único caderno e completar o caderno foi um desafio em si só. Ocorreu-me logo o álbum Japonês da Moleskine como o companheiro ideal para o desafio. É breve, cabe no bolso e é fácil de mostrar a colheita num único olhar. Até permite escrever com uma caneta Posca branca, para aquele ar de terminado.

Thousands of people took the challenge worldwide. Liz and Marc can be proud that they made the world sketch quickly and loosely for a single week. You can check my contribution to the challenge in my instagram account.

Milhares de pessoas no mundo aceitaram e cumpriram o desafio. A Liz e o Marc podem estar orgulhosos de terem feito o mundo desenhar rápida e descontraidamente durante pelo menos uma semana. Podem ver o meu contributo para o desafio na minha conta instagram.