10×10 Step by Step

Step by Step is the seventh class in the year-long Urban Sketchers 10×10 Lisbon.

Together with instructor Pedro Loureiro, you will master a few basic composition tools, to start your sketches fearlessly. A sketch is a simplification of the visual reality, and it is, by definition, simple – provided we approach it with the right mindset. Sketching an urban landscape can seem overwhelming at first, so why not approach it step by step, and have some fun with it?

Step by Step will take place at the Escadinhas do Duque, on the hill right behind Rossio train station, in Lisbon.

Fees:
Single class – 30 eur, students 20 eur
Two classes – 50 eur, students 30 eur
Three classes – 75 eur, students 45 eur
Four classes – 100 eur, students 60 eur
Entire course – 220 eur, students 140 eur

For registering, please contact:
education@urbansketchers.org

Check out the full program in the link.

Step by Step é a sétima aula do curso anual de Urban Sketchers 10×10 Lisbon.

Com o formador Pedro Loureiro, iremos domar algumas ferramentas mentais de composição, para arrancarmos um desenho sem medo. Um desenho é uma simplificação da realidade visual, e é, por definição, simples – desde que abordado com o estado mental apropriado. Desenhar uma paisagem urbana pode ser avassalador a princípio, então porque não abordá-la passo a passo, e divertirmo-nos com o processo?

A oficina Step by Step irá ter lugar nas Escadinhas do Duque, na colina atrás da Estação do Rossio, em Lisboa.

Inscrição:
Aula avulso – 30 eur, estudantes 20 eur
Duas aulas – 50 eur, estudantes 30 eur
Três aulas – 75 eur, estudantes 45 eur
Quatro aulas – 100 eur, estudantes 60 eur
Curso inteiro – 220 eur, estudantes 140 eur

Contacto para inscrições:
education@urbansketchers.org

Consulta aqui o programa.

10×10 Lisbon is back!

Art Supply Laboratory is the fourth class in the year-long Urban Sketchers 10×10 Lisbon.

Together with instructors Pedro Loureiro and Silvio Menendez, you will learn the basic functions, effects and purposes of different art materials. You will find the way you deal with and express yourself through materials outside your comfort zone. And you will be able to explain the use, advantages and challenges of different art materials to others

Art Supply Laboratory will take place at the Casa-Atelier Vieira da Silva, in Largo das Amoreiras, Lisbon.

Fees:
Single class – 30 eur, students 20 eur
Two classes – 50 eur, students 30 eur
Three classes – 75 eur, students 45 eur
Four classes – 100 eur, students 60 eur
Entire course – 220 eur, students 140 eur

For registering, please contact:
education@urbansketchers.org

Check out the full program in the link.

Art Supply Laboratory é a quarta aula do curso anual de Urban Sketchers 10×10 Lisbon.

Com os formadores Pedro Loureiro e Silvio Menendez, iremos aprender as funções básicas de diferentes materiais de arte. Vamos expressar-nos com diferentes tipos de media e de ferramentas, e sair da nossa zona de conforto. Iremos também partilhar as nossas experiências uns com os outros, no verdadeiro espírito urban sketcher.

A aula Art Supply Laboratory terá lugar na Casa-Atelier Vieira da Silva, no Largo das Amoreiras, em Lisboa.

Inscrição:
Aula avulso – 30 eur, estudantes 20 eur
Duas aulas – 50 eur, estudantes 30 eur
Três aulas – 75 eur, estudantes 45 eur
Quatro aulas – 100 eur, estudantes 60 eur
Curso inteiro – 220 eur, estudantes 140 eur

Contacto para inscrições:
education@urbansketchers.org

Consulta aqui o programa.

10×10 Lisbon: Skyscrapers

In my second class as instructor in the Urban Sketchers 10 Years x 10 Classes programme in Lisboa, the challenge was to sketch far and below from a skyscraper. But conventional tall buildings are scarce in this capital city, and not very suitable places to sketch from, so I opted to lead the participants to one of Lisboa’s own alternative skyscrapers – the Nossa Senhora do Monte vantage point.

Na minha segundo experiência como instrutor do curso 10 Years x 10 Classes dos Urban Sketchers em Lisboa, o desafio era de desenhar longe e abaixo a partir de um arranha-céus. Mas edifícios altos convencionais são raros na capital, e não são locais adequados de onde se desenhar, portanto optei por orientar os participantes a partir de um dos arranha-céus invulgares de Lisboa – o miradouro da Nossa Senhora do Monte.

In all of the three exercises, the key skill to focus on was the simplification of the immense sea of detail that the vantage point offered us. First, we simplified horizontally, by translating all of the city’s skyline in a single continuous line, adding detail in but a few buildings that caught our attention, labeling them.

Em todos os exercícios, a chave era a simplificação do imenso mar de detalhe que o miradouro nos oferecia. Primeiro, simplificámos horizontalmente, traduzindo todo o skyline da cidade numa única linha contínua, acrescentando detalhe em apenas alguns edifícios que captavam a nossa atenção, e legendámo-los.

Then, we simplified vertically, finding a path between the roof just under our feet and a chosen destination in the skyline, tracing roofs, windows, facades and streets on the way. Anything that seemed suited to make our sketch progress upwards. On the way, we found a city feature and, exploring it a bit, we wrote a sentence or small paragraph about it.

Depois, simplificáos verticalmente, encontrando um trilho entre o telhado mais próximo dos nossos pés e um destino à escolha sobre o skyline, desenhando sobre telhados, janelas, fachadas e ruas no caminho. Qualquer coisa que fizesse o nosso desenho progredir para cima. No caminho, encontrámos um marco da cidade e, explorando-o um pouco, escrevemos uma frase ou um pequeno parágrafo sobre ele.

Finally, we simplified the relationship of people with the city. Outbursts of tourists in the vantage point oversimplify Lisboa – “there’s the place where we were”, “the bridge looks like the one in San Francisco”, “that’s where our hotel is”. Any of those simple sentences could generate a simple story. That story was to be written also in lines, from the person saying it to the place that was mentioned, again, roof to facade, window to street, along a continuous path, simplifying shapes and stories.

Finalmente, simplificámos a relação das pessoas com a cidade. Os dizeres dos turistas no miradouro simplificam Lisboa exageradamente – “ali está o sítio onde estavamos”, “a ponte parece a de São Francisco”, “é ali que é o nosso hotel!. Qualquer destas frases simples pode gerar uma história simples. Essa história teve de ser escrita também em linhas, partindo do desenho da pessoa que a diz até ao sítio que é mencionado, novamente, de telhado a fachada, de janela a rua, ao longo de um caminho contínuo, simplificando formas e histórias.

10×10 Lisbon: Public realm objects

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The past Wednesday, I had my first class as instructor in the Urban Sketchers 10 Years x 10 Classes programme in Lisboa. All classes are focused on graphic reportage and storytelling, and we will be approaching subjects on three different scales. We’ll learn how to handle and tell little, medium and big stories about the places where we live.

Na passada quarta-feira, dei a minha primeira aula como instrutor no curso 10 Years x 10 Classes dos Urban Sketchers em Lisboa. Todas as aulas são focadas na reportagem gráfica e nas histórias desenhadas, e vamos abordar os assuntos em três escalas diferentes. Vamos aprender a contar histórias pequenas, médias e grandes, sobre os sítios onde vivemos.

In my little stories class, we focused on city objects that you don’t really notice they’re there, but can be very important to your safety, comfort or enjoyment – public realm objects. We learned how to harvest an interesting story out of the most mundane and unnoticed objects in our city. After all, is there a better way of becoming a good storyteller than to turn a dull subject into a fascinating report? We also practiced how to properly balance title, text and figure in the same sketch. Finally, we challenged each other as we pitched our story out loud to all of our colleagues.

Na minha aula de histórias pequenas, focámo-nos em objectos da cidade que não notamos que lá estão, mas que podem ser muito importantes paa a nossa segurança, conforto ou prazer – objectos do domínio público. Aprendemos a colher uma história interessante a partir dos mais mundanos objectos na nossa cidade. Afinal, há melhor maneira de nos tornarmos bons contadores de histórias que tornar um assunto aborrecido numa reportagem fascinante? Também praticámos o equilibrio entre texto, título e desenho nas mesmas páginas. Finalmente, desafiámo-nos uns aos outros ao contar, em viva voz, a nossa história aos nossos colegas.

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In the first exercise, we sketched a city view, filtering out everything that wasn’t a public realm object. Here, critical reasoning was fundamental, as we could include or exclude objects based on our own opinion. After all, it’s our sketchbook, we cry if we want to. We wrapped it up by attributing a verb to each object.

No primeiro exercício, deenhámos uma vista urbana, filtrando tudo o que não era objecto do domínio público. Aqui, o nosso sentido crítico foi fundamental, porque incluimos ou excluimos objectos baseados nas nossas próprias opiniões. Afinal, o caderno é nosso, fazemos o que queremos nele. Terminámos a atribuir um verbo a cada objecto desenhado.

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In the second challenge, we chose one of the objects, sketch it from several viewpoints when necessary, and take plenty of notes about it – facts only, or questions about facts that we’d like cleared. Then, in one minute, we pitched our sketch to everybody.

No segundo desafio, escolhemos um dos objectos, desenhámo-lo de vários pontos de vista, quando necessário, e tomamos apontamentos – apenas factos, ou interrogações sobre factos que gostariamos de ver esclarecidos. No final, tivemos um minuto para mostrar e contar o nosso desenho a todos.

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Finally, we approached the story full-on, relating the object to the people around it, or the people that interact with it, or even the people that walk past it and simply ignore it. Sketching a bit of the context, if necessary, we told
the human story of the chosen object. We wrapped it up with a 30-second pitch, because Ginjinha was calling from across the square.

Finalmente, abordámos a história em pleno, relacionando o objecto com as pessoas em seu torno, ou as pessoas que interagiam com ele, ou mesmo as pessoas que ignoravam o objecto e simplesmente passavam por ele. Desenhando um pouco do contexto, se necessário, contámos a perspectiva humana do nosso objecto. Rematámos com uma exposição oral de 30 segundos, porque a Ginjinha chamava do outro lado do largo.

10×10 kickoff in Lisbon

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Mário Linhares kicked off the Lisbon 10×10 long term programme on the 10th of May, by holding a class in the offices of Diário de Notícias (DN), one of the top daily newspapers in the country. Attendance was sold out, almost all of the instructors were present and there were a few guest stars that were visiting the country at the same time. Omar Jaramillo from Berlin, was staying on behalf of Urban Sketchers Portugal as an instructor and lecturer, as part of the Lisbon capital of Ibero-American culture celebrations programme. Kasia Szybka from Kraków, Eduardo Bajzek from São Paulo and Rob Sketcherman and his wife Louise, from Hong Kong were in town after being invited by the Portuguese tourism office to sketch in the sanctuary of Fátima in the 100 years celebration of the apparitions of the Holy Mother and Pope Francis’ visit.

After a tour of the DN headquarter offices and a brief introduction on how to compose a news report by reporter Marina Almeida, Mário, who’d previously asked everyone to bring a small object that was dear to each participant, challenged the class to sketch their own object and write a small text that would reveal their relationship with that object. Then they got to choose their favorite amongst the other objects to compose straightforward unattached sketch and text, showing a bit of the office context in the process.

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O Mário Linhares arrancou o curso longo 10×10 de Lisboa no 10 de Maio, numa aula nos escritórios do Diário de Notícias (DN), um dos principais diários do país. A participação esgotou, quase todos os instrutores do curso estavam presentes e ainda havia convidados especiais que estavam a visitar o país. O Omar Jaramillo de Berlim, fora convidado pelos Urban Sketchers Portugal, no âmbito das celebrações de Lisboa, capital da cultura Ibero-Americana. A Kasia Szybka de Cracóvia, o Eduardo Bajzek de São Paulo e o Rob Sketcherman e a sua esposa Louise, de Hong Kong, estavam na cidade a convite do Turismo de Portugal, depois da sua visita ao santuário de Fátima durante as celebrações dos 100 anos das aparições de Nossa Senhora e da visita do Papa Francisco.

Depois de uma visita aos escritórios do DN e de uma breve introdução sobre como compor uma notícia, pela jornalista Marina Almeida, o Mário, que tinha pedido a todos para trazerem um pequeno objecto que fosse querido a cada um, desafiou a turma a desenhar o próprio objecto, escrevendo um curto texto que revelasse a relação que tinham com o objecto. Depois, os participantes puderam escolher o seu favorito de entre todos os outros objectos, para que pudessem compor um desenho e um texto desligados do significado do texto, e mostrando um pouco do contexto dos escritórios no processo.