Pedros dual workshop

On an invitation from Carlos Marques, of the Academia de Pintura Parque das Nações, Pedro Alves and I will teach two urban sketching workshops. We’re going to share tips and techniques on how to construct a people-centered sketch. The stories of everyday people of Parque das Nações will be the focus of the demos and three outdoor sketching exercises.

Join us, and together, we will RULE the galaxy… oh wait! That’s our other project. For more info and registrations, please click here! Make sure to check the “urbansketching” workshops on the 3rd and 10th, on the right side of the page.

Also, check out the workshops on the 4th and 11th, by our friend and talented sketcher António Procópio!

A convite do Carlos Marques, da Academia de Pintura Parque das Nações, o Pedro Alves e eu vamos conduzir duas oficinas de desenho. Iremos partilhar dicas e técnicas sobre como construir um desenho centrado nas pessoas. As histórias do quotidiano das gentes do Parque das Nações serão o foco das demos e de três exercícios de desenho de rua.

Juntem-se a nós, e juntos, GOVERNAREMOS a galáxia… ops, esperem! Esse é o nosso outro projecto. Para mais informação e inscrições, por favor cliquem aquiLembrem-se de marcar as oficinas de “urbansketching” nos dias 3 e 10, no lado direito da página.

E vejam também as oficinas do nosso amigo e talentoso desenhador António Procópio!

Great people of Genova

Urban sketching is about recording great stories in our sketchbooks! And what better way to tell a story than by the people that live them. Thanks to the Urban Sketchers Liguria, Genova will be full of sketchers, workshops and exhibitions from the 22nd to the 30th of June. My contribution to the event is a people sketching workshop in Mercato Orientale.

In the Local Markets, Great People sketching workshop, we will see the Mercato Orientale from the viewpoint of the great people working and living in it. We will focus on generic people sketching, close-up features, postures and actions, and architecture as a stage for the people’s stories.
Whether they are the local grocer, the coffee maker, the kids playing or the granma shopping, all stories matter, if we aim to tell the stories of the world, one sketch at a time.

The goals of the workshop are to:

  • Learn how to quickly capture a crowd of people in an urban (indoors or outdoors) setting;
  • Master simple techniques to portray a close-up person, with few lines and/or watercolor shading;
  • Use sketching as a way to observe small quick interactions and behaviors between people;
  • Simplify the architecture in your sketch, to make the built environment work to the advantage of your story, where people are the main focus.

Inês and Miguel wedding illustrations

Inês and Miguel wanted to tell the story of the places of their love story, in a map that would also guide the guests to the locations of their special day.

A Inês e o Miguel quiseram contar a história do seu amor através dos locais onde se passou, num mapa que também guiasse os seus convidados para os sítios certos do seu dia especial.

Hahnemühle Watercolor Book review

(cliquem aqui para a versão em Português da avaliação)

Oh boy, I feel like a kid about to tell someone else about his favorite toy! Where to start? Maybe by saying Hahnemühle‘s Watercolor Book (HWB) is one of my favorite sketchbooks ever!

It comes in three sizes: portrait and landscape A5 and A6, plus a bulky landscape A4. This review is about the A5 landscape, which retails at 12.83€ at my local art supply store.

 

Outside

The hard cover is furbished in a dark grey synthetic fabric that has a slightly rough texture, which is quite practical, as it reduces the chance of the sketchbook slipping from your hand, while sketching or transporting it. It has a black elastic band that keeps it closed, the customary red ribbon page marker, and features the Hahnemühle’s rooster logo embossed in the back cover, center bottom.

The corners of both the cover and the paper are rounded, to prevent wear, and the paper sets back from the edge of the cover around 3-4mm, which grants additional protection to the paper edges. The whole sketchbook is quite robust. I’ve used a HWB for as long as six months, carrying it around in the backpack, without a hint of wear on either cover or paper.

Paper

Inside, 40 bound sheets of excellent 200gsm, fine grain, watercolor paper, await your scribbles. The endsheets are in the same kind of paper, so you can actually start sketching right from the back of the cover – I use the endpaper to write down my name and contacts, in case of loss.

One thing that stands out immediately is that the HWB lays completely flat when open. There’s no better way, aside from quality paper, to entice a sketcher to use a sketchbook than a fully openable spread of paper!

The paper is quite robust, and can withstand serious water. I use both wet-on-dry and wet-on-wet watercolor techniques, and this paper holds its ground quite competently, allowing layering as well as color mixing. It sucks up the water moderately fast, just long enough to mix colors and lead the pigment where you want it.

Using quality watercolors on this paper really pays off, as it preserves all the glow, intensity and transparency that you’d get in higher grade paper. It’s still cellulose paper, so don’t expect the same behavior as in cotton rag (i.e. no more than two to three layers). It wrinkles ever so slightly with the excess water, but nothing that would hamper the quality of your work.

Accessories

The elastic band is always useful as it keeps the book from opening inside the backpack, and. I also use it to attach a pen temporarily, so that I don’t have to put everything away when I’m carrying the book in the hand while walking just for a few minutes, or to fasten the pages in a windy day. Its elasticity lasts for three years and counting (that’s the age of my first ever HWB)

 

The red ribbon is pretty much useless to me, as the slight wrinkling the water causes on the paper usually shows me which page was last used. Nevertheless, the ribbon is so slim that I hardly ever notice it.

Pros final count
  • Perfectly balanced paper for casual indoor and outdoor sketching and watercoloring. Also used it for a few pro gigs quite satisfactorily.
  • Its cover material should be the benchmark for all sketchbooks around.
  • Portable, lightweight, resistant.
  • Excellent value for money
  • Opens flat
Cons final count
  • None I can think of
Final veredict

This sketchbook is a blast! A true piece of German engineering. It’s a deluxe canvas for your best sketches – I refrain from using it for experimental sketches, since I want to make each page count – and, if well used, makes your watercolor work pop right out of the pages! If there were to be a 100% cotton HWB in the future, I would definitely buy it.

 

Avaliando o Hahnemühle Watercolor Book

(click here for the English review)

Poças! Sinto-me como um miúdo prestes a falar a alguém sobre o seu brinquedo favorito! Onde começar? Talvez dizendo que o Hahnemühle Watercolor Book (HWB) é um dos meus cadernos favoritos de sempre!

É vendido em três tamanhos: A5 e A6 ao alto e ao baixo, e um volumoso A4 ao baixo. Esta avaliação é sobre o A5 ao baixo, vendido a 12.83€ na minha loja de artes local.

 

Exterior

A capa dura é revestida num tecido sintético cinzento escuro, que tem uma textura rugosa bastante prática, porque reduz a possibilidade do caderno escorregar das mãos durante um desenho ou ao transportá-lo. Tem um elástico preto que o mantém fechado, a fita marcadora vermelha do costume, e o logo do galo da Hahnemühle em relevo no verso, ao centro e abaixo.

Os cantos das capas e do papel são arredondados, para prevenir o desgaste, e o limite do papel está recuado entre 3-4mm em relação ao limite da capa, que garante protecção adicional às bordas do papel. O caderno é bastante robusto. Já usei um HWB durante seis meses, carregando-o na mochila, sem sombra de desgaste quer na capa, quer no papel.

Papel

No interior, 40 folhas cosidas de excelente papel de aguarela, de 200g/m2, grão fino, esperam os vossos desenhos. As folhas de forra são do mesmo tipo de papel, assim é possível começar logo a desenhar no verso da capa – Costumo usar o papel de forra para escrever o meu nome e contactos, em caso de perda.

Uma coisa que salta logo à vista é que a espinha do HWB abre completamente. Não há melhor maneira, salvo a qualidade do papel, para aliciar um desenhador a usar um caderno que um spread completamente plano!

O papel é bastante robusto, e consegue aguentar água à séria. Costumo usar técnicas de aguarela molhado sobre molhado e molhado sobre seco, e este papel aguenta-se competentemente, permitindo várias camadas e mistura de cores. Abosrve a água moderadamente rápido, mas é suficiente para permitir trabalhar as cores e levar o pigmento onde se quer.

Usar aguarelas de qualidade neste papel é recompensante, uma vez que ele preserva todo o brilho, intensidade e transparência que se esperaria em papel de maior calibre. Apesar de tudo, continua a ser papel de celulose, portanto não se pode esperar o mesmo comportamento que no papel de algodão (isto é, não mais do que duas a três camadas). O papel enruga um pouco com a água em excesso, mas nada que seja determinante na qualidade do trabalho final.

Acessórios

O elástico é sempre útil, já que mantém o caderno fechado dentro da mochila. Também o uso para prender a caneta temporariamente, para não ter de guardar tudo no sítio enquanto caminho durante alguns minutos em busca de outro desenho, ou para prender as páginas num dia ventoso. A sua elasticidade dura pelo menos há três anos (a idade do meu primeiro HWB). A fita marcadora vermelha é-me um pouco inútil, uma vez que o ligeiro enrugamento do papel me diz, de forma mais prática e directa, qual a última página usada. Mas a fita é tão fina e discreta que nem dou por ela.

Contagem final dos prós
  • Papel perfeitamente equilibrado para desenhos e aguarelas descontraidos de interior ou exterior. Também já usei satisfatoriamente o HWB para alguns trabalhos profissionais.
  • O revestimento da capa devia ser o padrão para todos os cadernos por aí!
  • Portátil, leve, resistente.
  • Excelente valor monetário.
  • Abre na totalidade.
Contagem final dos contras
  • Não me ocorre nada
Veredicto final

Este caderno é um espectáculo! Um verdadeiro produto de engenharia Alemã. É uma tela de luxo para os vossos melhores desenhos – evito usá-lo para desenhos de teste ou experimentação, porque quero que cada página conte – e, se for bem usado, faz as aguarelas saltar fora das páginas! Se houvesse um HWB de papel 100% algodão, iria definitivamente comprá-lo.