SM.LT Art Layflat Stonebook review

(cliquem aqui para a versão em Português da avaliação)

SM.LT‘s Layflat watercolor stonebook is a fun surprise to pull out of your backpack. The stone cover is a neat, whimsical feature that garners attention, but the true value of this sketchbook is in the fine watercolor paper inside. The Lithuanian manufacturer generously sent me one to try out last year, after their collaboration in mine and Pedro Alves’ workshop in Barcelona, and I’m finally ready to publish some results.

Outside

The feature that gives the name to the sketchbook is its real stone cover. It’s actually a thin slice of dark slate stone glued on a hard cardboard panel, both in the front and the back cover. The slate feels uncanny, in a fun sort of way. Like you’re carrying around a slab of stone to chisel a landscape from it. Also, this makes every sketchbook unique, as the texture and pattern of the slate is never the same.

Both paper and cover are cut together to the size of 195 x 195mm, in angled corners, with no cover overlap, which makes the sketchbook a bit fragile to carry around in a bag or backpack for long.

Its weakest spot is definitely in the spine: the seams are showing, covered and held together only by a layer of transparent glue. With time and use, the glue starts peeling away as a whole – in my case, after a month of use – exposing the seams to wear and tear.

Paper

Despite the unusual cover feature, the strongest feature of this sketchbook is inside, in the paper. 32 sheets of quality 300gsm watercolor cotton paper, with a slightly coarse texture – just the way I like it – but soft enough for a nib pen to glide over it acceptably. The texture works wonders with dry watercolor brushing. Wet-on-wet techniques also handle very well, although drying is quicker than in professional watercolor papers.

The water absorption capacity is pretty good. My sketches usually take between one and three layers of watercolor, and the white of the paper still shines through in the latter case.

The endsheets are the same kind of paper, so your sketches can go end-to-end in the page flow.

Pros final count

  • Affordable cotton paper sketchbook, for your watercolor dailies, or for making watercolor tests for later serious paintings.
  • Stone cover gives it a unique look and feel.
  • Square formats are usually very flexible.
  • Just small enough to carry around, but big enough to paint a large scene.
  • Opens flat.
  • Robust stitching

Cons final count

  • Spine protection subject to tearing away with transport and use.
  • Fragile angled corners.

Final veredict

The SM.LT Layflat Stonebook is a good introduction to heavy duty cotton paper sketchbooks. Although better cotton paper sketchbooks might be available in the market, the Layflat is still a very affordable one, and finds its niche between sketching and watercoloring. The titular stone feature just makes it a bit more appealing.

Avaliando o SM.LT Art Layflat Stonebook

(click here for the English review)

Layflat watercolor stonebook da SM.LT é uma surpresa engraçada para tirar da mochila. A capa de pedra é uma extravagância com piada que chama a atenção, mas o verdadeiro valor deste caderno está no no interior, no seu excelente papel de aguarela. O fabricante Lituano graciosamente, enviou-me um exemplar para experimentar, depois da sua colaboração comigo e com o Pedro Alves, na nossa oficina em Barcelona, e estou finalmente pronto para publicar alguns resultados.

Exterior

A característica que dá o nome ao caderno é a sua capa em pedra autêntica. É, na realidade, uma folha fina de ardósia escura colada numa placa de cartão cinzento, quer na capa quer na contracapa. A ardósia parece estranha, de uma forma engraçada. Como se estivessemos a carregar uma placa de pedra, para gravar uma paisagem nela. Isto também faz com que cada caderno seja único, já que a textura e o padrão da ardósia nunca é o mesmo.

O papel e a capa são cortados juntos, à dimensão de 195 x 195mm, em cantos rectos, sem sobreposição da capa, o que fragiliza o caderno, se o tivermos na mochila ou mala durante muito tempo.

O seu ponto mais fraco é, sem dúvida, a espinha: as costuras estão à mostra, cobertas e seguras por uma camada de cola transparente. Com tempo e uso, a cola começa a separar-se do caderno por inteiro – no meu caso, depois de um mês de uso – expondo as costuras.

Papel

Apesar da singular capa, a característica mais forte desde caderno está no interior, no papel. 32 folhas de papel de algodão com 300g/m2, com uma textura ligeiramente rugosa – mesmo como eu gosto – mas macia o suficiente para que canetas de aparo deslizem aceitavelmente. A textura faz maravilhas com pinceladas de aguarela seca. Molhado sobre molhado também tem um bom comportamento, apesar de o tempo de seca ser mais breve que papel de aguarela profissional.

A absorção de água é bastante boa. Os meus desenhos costumam levar entre uma e três camadas de aguarela, e o branco do papel ainda brilha através das três.

As folhas de forra das capas são o mesmo papel. Assim é possível desenhar de uma ponta à outra do caderno.

Contagem final dos prós:

  • Caderno de papel de algodão acessível, para a vossa aguarela diária, ou para testes de aguarelas mais sérias.
  • A capa de ardósia dá-lhe um aspecto e toque únicos.
  • O formato quadrado é muito prático e adaptável.
  • Pequeno o suficiente para transportar, mas grande o suficiente para pintar cenários maiores.
  • Abre por completo.
  • Costuras robustas.

Contagem final dos contras

  • Protecção da espinha frágil e sujeita a desgaste rápido.
  • Cantos fragilizados pelo corte.

Veredicto final

O Layflat Stonebook é um bom caderno introdutório aos papeis de aguarela mais espessos. Apesar de haver melhores cadernos de papel de aguarela no mercado, o Layflat beneficia por ter um excelente equilíbrio qualidade-preço, e encontra o seu nicho entre o desenho e a aguarela. A característica titular da capa de pedra apenas o torna um bocadinho mais apetecível.