The challenges of night sketching

With our workshop (Pedro Alves and I) coming up in a few weeks, I start to get excited about this night sketching business! It’s really easy, and at the same time really challenging to sketch after hours. The easy aspect of it, and the most pedagogic part about it, is that your palette gets reduced to a couple, three at most, colors. Simplification of what you see – that includes lines, shapes and colors – is key. One dark, cool color for the shadows and sky, one light warm color for the illuminated parts, and a third one for special details.

The challenge is to be precise in saving the whites in your paper. With watercolor, there’s no going back  – at most, you can wash down the amount of pigment in a lighted area. And the light parts, the glare of public lamps, the shiny surfaces, are scarce and vital for the success of your sketch. Then, to complicate matters further, there are different quality light sources: while most public lighting is cheap and yellow (washing everything in a veil of ochre), some monuments enjoy expensive full spectrum white light, which returns colors in full – suddenly you have green – instead of brown – trees and bushes, and red tiles, and blue walls.

Com a nossa oficina (Pedro Alves e eu) ao virar da esquina, começo a ficar entusiasmado com esta história do desenho noturno! Desenhar fora de horas é muito fácil e ao mesmo tempo, extremamente desafiante. A parte fácil e mais pedagógica é que a paleta fica reduzida a um par de cores, no máximo três. A simplificação do que se vê – incluindo linhas, formas e cores – é a chave. Uma cor escura e fria para as sombras e céu, e uma cor clara e quente para as zonas iluminadas. Uma terceira para alguns detalhes especiais.

O desafio é ser preciso em reservar os brancos no papel. Com a aguarela, não há retorno – no máximo, pode-se diluir a quantidade de pigmento no papel com mais água numa zona iluminada. E as zonas iluminadas, o brilho da iluminação pública, as superficies reluzentes, são escassas e vitais para o sucesso do desenho. Para complicar mais as coisas, há diferentes tipos de fontes de luz em uso: a maior parte dos poste de iluminação têm luzes amarelas baratas (que envolvem tudo num véu de ocre), mas alguns monumentos distrutam de iluminação cara, abrangendo todo o espectro de luz, que restituem as cores dos objectos na totalidade – de repente temos árvores e arbustos verdes – em vez de castanhos – e telhas vermelhas e paredes azuis.

Author: Pedro Loureiro

I was born on the southwestern-most tip of Europe, in Lagos, Portugal. A childhood of legos and sandcastles led me to architecture school, but an adolescence of doodling drove me to sketching and later to illustration. I like to sketch, to travel and to chop vegetables into tiny manageable bits. I also like maps. The older the better!

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