Grotesque people and places

There’s something about misshapen sketches that attracts and amuses the eye – take gothic gargoyles and modern caricatures, a child’s ginger bread house or the latest Frank Gehry’s design – grotesque portraits and architecture sketches, when done with care, are fun to make and to look at.

Now, it might just be that I’m taller than the average, or that I’m sitting too close to them, but more often than not, I tend to turn people into bobblehead dolls in my sketches. It might also happen in sketches that start out from the most preeminent features of people, with little paper surface to spare for the remainder of their figures.

António Procópio and I are going to teach some basics of misshaping architecture and people, in an all-day workshop in Portimão, on the 24th of March.

Há algo nos desenhos deformados que é um gozo para os olhos – vejam-se, por exemplo, as gárgulas góticas e as caricaturas modernas, a casa de bolachas de uma criança e uma obra do Frank Gehry – retratos grotescos e desenhos de arquitectura, quando feitos com destreza, são giros de se ver e de se fazer.

Pode ser por ser mais alto que a média, ou por desenhar sentado muito perto das pessoas, mas tenho a tendência para tornar as pessoas em bonecos cabeçudos nos meus desenhos. Pode também acontecer que começo os desenhos pelas características mais proeminentes das pessoas, e depois vejo-me com pouco papel para o resto da cabeça ou do corpo.

O António Procópio e eu vamos ensinar algumas das bases de como deformar arquitectura e pessoas, numa oficina de dia inteiro em Portimão, no dia 24 de Março.

Author: Pedro Loureiro

I was born on the southwestern-most tip of Europe, in Lagos, Portugal. A childhood of legos and sandcastles led me to architecture school, but an adolescence of doodling drove me to sketching and later to illustration. I like to sketch, to travel and to chop vegetables into tiny manageable bits. I also like maps. The older the better!

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