Uma só palavra (ROMA)

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O encenador do espectáculo Uma Só Palavra (ROMA) e meu amigo convidou-me a assistir à apresentação final no Estoril. Pude assistir aos últimos preparativos do grupo, a correcções de luz, os últimos toques na dinâmica de algumas cenas, a colocação do cenário. Muitas coisas podem correr mal quando  se tem vinte e seis actores de idades entre os dez e os setenta e um anos no palco durante todo o espectáculo.

The director of the play Uma Só Palavra (ROMA) (One Single Word (ROME)) and friend of mine, invited me over to watch the final show of the play by Grupo de Teatro de Santo António do Estoril. I got to watch the preparations of the crew. The lighting corrections, the last touches in the dynamics of some scenes, the placement of the furniture. Much can go wrong in a play with twenty-something actors of ages ranging from ten to fifty-something on stage the whole time.

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Apesar das condicionantes, ficou-se com a sensação de que tudo correu bem. O texto, escrito por Joana Liberal, baseado em factos históricos, contava a história de Miguel de Sousa, um diplomata português destacado em Roma, durante as invasões francesas do início do séc. XIX, que resistiu à autoridade do governo Napoleónico e ganhou a afeição do povo romano no final.

Despite all that, I got the feeling the show went well. The text, written by Joana Liberal, based on an actual historical figure, told the story of Miguel de Sousa, a portuguese diplomat in Rome, during the french invasions of the early 19th century, who resisted the authority of the Napoleonic government and gained the affection of the roman people in the very end.

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As personagens eram tanto simbólicas (como a multidão romana resistindo aos gendarmes franceses) como absolutas – as criadas, o actor, a condessa, o padre, o Papa, as freiras, o pai ávaro, o gendarme e até mesmo um soldado francês da Grande Armée à conversa com o seu imperador.

The characters were both symbolic (as in the roman mob resisting the french gendarmes) and absolute – the maids, the actor, the countess, the priest, the Pope, the sisters, the stingy father, the gendarme and even a french soldier of the Grande Armée.

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O espectáculo começa com uma multidão – resistente às forças de ocupação – e acaba com outra multidão – as mesmas pessoas, desta vez rejubilando com a libertação e honrando as pessoas que, com eles, resistiram à ocupação de Roma. Com tanto texto e com tantos actores deve ter sido um grande desafio para todos os envolvidos!

The play starts with a mob – one resisting the occupation forces – and ends with another mob – the same people, rejoicing with the liberation and honoring the people that, with them, resisted the occupation of Rome. Heavy in text and with so many actors, I can only imagine that the play must have been a tough challenge to everyone involved!

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Author: Pedro Loureiro

I was born on the southwestern-most tip of Europe, in Lagos, Portugal. A childhood of legos and sandcastles led me to architecture school, but an adolescence of doodling drove me to sketching and later to illustration. I like to sketch, to travel and to chop vegetables into tiny manageable bits. I also like maps. The older the better!

4 thoughts on “Uma só palavra (ROMA)”

  1. The actors were 26 and the ages were ranging 10 to 71!!
    Love the sketches and also the lines, which are not the exact text but quite funny in their similarity!!
    Thank you very, very, very much Pedro!

    1. Olá Joana,
      Obrigado pelo comentário e pelas correcções! Já estão corrigidas as gralhas, excepto as do desenho, que ficam como registo da inexactidão do espontâneo 🙂
      Agora, já há versão bilingue!

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